Após derrota, Bolsonaro desaparece e não trabalha
Lula venceu, Bolsonaro sumiu. Essa é a realidade do atual momento do país. É um caso único de um presidente que ainda está no cargo que não fez mais nada depois de perder a eleição no 2º turno.
Passaram três semanas desde o 30 de outubro e o presidente Jair Bolsonaro (PL) está vivendo recluso com uma agenda oficial enxuta, ainda mais da época que era presidente.
Alguns eventos internacionais importantes, e o presidente não esteve presente, a principal dela, a COP27 que foi realizada no Egito e que o presidente eleito, Luís Inácio Lula da Silva (PT) esteve presente e foi ovacionado durante o seu discurso. Bolsonaro também não foi para a reunião da cúpula do G20.
Bolsonaro demorou 45 horas para se pronunciar após a sua derrota. Não parabenizou Lula e ainda questionou a atuação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e apoiou os atos antidemocráticos.
A Folha de São Paulo trouxe como foi a agenda do presidente nos dias 31 de outubro, 1º e 2 de novembro. Confira:
31.out (segunda-feira)
Encontro com Paulo Guedes (Economia) e outros ministros de manhã
Sem motociata
Sem postagens nas redes sociais
1º.nov (terça-feira)
Encontro com o ministro da CGU, Wagner Rosário, e com senador eleito, Rogério Marinho (PL-RN)
Sem motociata
Reunião com Paulo Sérgio Nogueira (Defesa), Anderson Torres (Justiça) e Bruno Bianco (AGU)
2.nov (quarta-feira)
Sem compromissos oficiais
Sem motociata
Em suas redes, publicou vídeo em que pediu a manifestantes bolsonaristas que desbloqueassem rodovias
Fonte: Redação Mundo Sindical - Manoel Paulo / Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil - 17/11/2022