Jaguariúna: Sinsaúde continua luta na justiça por direitos dos trabalhadores da Asamas

Jaguariúna: Sinsaúde continua luta na justiça por direitos dos trabalhadores da Asamas
Publicado: 07 de outubro, 2025
Em 10 novembro, ocorrerá mais uma audiência convocada pela 11ª. Vara Justiça do Trabalho de Jaguariúna com o Sinsaúde e os representantes da Asamas (Associação Santa Maria de Saúde), ex-administradora do Hospital Walter Ferrari e outras unidades, para dar seguimento a ação movida pelo Sinsaúde que exige o pagamento dos direitos trabalhistas dos funcionários demitidos na virada do ano de 2024.
 
A sessão de instrução foi marcada após a audiência do dia 17 de setembro, quando não houve acordo. A categoria participou em peso da audiência virtual, ao lado da diretoria e do advogado do Sinsaúde, no salão da Associação Comercial e Industrial de Jaguariúna.
 
“Foi um momento muito importante de união da categoria junto ao Sindicato. Todos estão fortalecendo esta luta pelos direitos e o Sinsaúde trabalhará para que nada seja perdido”, avisa a diretora sindical, Elaine Aparecida da Silva.
 
A nova sessão com a Justiça também será virtual, chamada de telepresença. O juiz intimou o antigo administrador do hospital, sob pena de coerção e multa, caso não compareça. O judiciário alerta, inclusive, que problemas de conexão à internet não serão aceitos como argumento para não comparecimento. 
 

O Caso
 
O Sinsaúde entrou com Ação Civil Pública contra a Associação Santa Maria de Saúde (Asamas), que administrou o Hospital Municipal Walter Ferrari, UPA e o Centro de Especialidades, de Jaguariúna, de 1º. de março de 2001 a 31 de dezembro de 2024. O Sindicato reivindica o pagamento de todas as verbas indenizatórias dos trabalhadores do hospital. O processo corre em segredo de justiça.
 
O Instituto Cisne, organização social que assumiu a gestão do Hospital, UPA e Centro Especialidades, recontratou a maioria dos demitidos pela Asamas. O novo contrato é de R$ 8,2 milhões mensais. O Sinsaúde está fiscalizando o cumprimento dos direitos dos trabalhadores.
 
 
Fonte: Sinsaúde Campinas e Região