Jornada de debates abre discussões sobre as novas formas de organização sindical

Jornada de debates abre discussões sobre as novas formas de organização sindical
Publicado: 31 de julho, 2017

 O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e as Centrais Sindicais, entre elas a União Geral dos Trabalhadores (UGT), realizaram hoje (27/7) em todas as regiões do País a 14ª Jornada Nacional de Debates.

 
Este ano, o evento trouxe como tema a Reforma Trabalhista e os debates giraram em torno das relações de trabalho e as formas de organização que possibilitem resistir às mudanças, que abrem possibilidades para mais precarização do trabalho.
 
A atividade de abertura aconteceu no auditório da Escola Dieese Ciências do Trabalho, em São Paulo, e foi transmitida ao vivo pela internet para os estados do Amazonas, Espírito Santo, Pará, Santa Catarina, Paraná, Bahia e Minas Gerais, além de São Paulo.
 
No Amazonas, dirigentes e sindicalistas participaram da jornada no miniauditório do Sindicato dos Metalúrgicos, em Manaus.
 
A dinâmica do evento ocorreu da seguinte forma: primeiramente, os participantes acompanharam o lançamento da jornada via internet, que foi feita pelo presidente do Dieese, Luis Carlos de Oliveira, seguido depois pela manifestação dos dirigentes das Centrais Sindicais; após a abertura, os debates aconteceram localmente.
 
O presidente da UGT-AM, Antonio Mardonio, afirmou que a jornada foi importante, haja vista o momento pelo qual o movimento sindical passa devido à aprovação da reforma trabalhista recentemente pelo Congresso Nacional.
 
"A reforma trabalhista, patrocinada pelo governo Temer, é um verdadeiro retrocesso nas garantias e direitos dos trabalhadores. As entidades sindicais sofreram um grande golpe porque essa ação do governo Temer retira em grande parte a representatividade dos sindicatos, que têm a tarefa de defender os trabalhadores. Mas, vamos superar esse momento com muito trabalho, e esse evento é uma forma de a gente ir buscando a nossa representatividade", avaliou.
 
 
 
Fonte:UGT

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