Na Bélgica, Patah narra êxito contra extrema-direita

Na Bélgica, Patah narra êxito contra extrema-direita
Publicado: 01 de fevereiro, 2024

 Ricardo Patah, presidente da UGT - União Geral dos Trabalhadores, e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo-SECSP, participa esta semana de várias atividades na Bélgica.

 
Convidado da CSC - Confederação dos Sindicatos Cristãos, a maior entidade sindical daquele país, o dirigente segue agenda de palestras e encontros, e discorre sobre a luta dos Sindicatos brasileiros durante o governo Bolsonaro, entre outros temas. 
 
Em fala exclusiva à Agência Sindical, ele afirma: “Participo de várias atividades, a convite da CSC, parceira europeia da UGT. Temos que contar a nossa luta no período em que a extrema-direita cortou direitos trabalhistas e sociais e atacou as entidades de classe”.   
 
Parlamento - Na terça (30), falou no Parlamento Europeu, em Bruxelas: “Discursei sobre a importância da democracia para nós latino-americanos, a estabilidade da região e de como é determinante um projeto como o Mercosul, que pode ser benéfico pra todos, ainda que haja protestos como os da França. As relações internacionais avançam com o diálogo”, reitera.
 
Numa época em que a extrema-direita se espalha pelo mundo, Ricardo Patah avalia: “Na Europa é realidade em países como Itália ou Hungria. Nos Estados Unidos, ressurge o Trump, agora o Milei na Argentina. Esse perigo ultrapassamos ao eleger Lula. Isso desperta o interesse dos companheiros europeus a respeito do modo como agimos aqui”. 
 
Recuperação - Para o presidente da UGT, “é importante relatar nossa experiência enquanto entidade que confrontou governos lesivos aos trabalhadores e elucidar como estamos atuando na recuperação, pois falta muito pra reconstruir o que destruíram". E conclui: "Devemos explicar o que aconteceu e o que fazer contra o estrago dos governos autoritários”.
 
Patah permanece na Bélgica até sexta (2). Depois regressa pra dar continuidade às demandas dos segmentos que a Central representa e às lutas sociais unitárias.
 
 
Fonte:  Agência Sindical - 31/01/2024