Sinsaúde adere à campanha Dezembro Vermelho de combate ao HIV/Aids
O Sinsaúde todo ano adere à campanha nacional Dezembro Vermelho, mês de mobilização na luta contra a contaminação pelo vírus HIV, a Aids e outras IST (infecções sexualmente transmissíveis). O Sindicato divulga informações pelo portal, nas redes sociais e no seu jornal interno (Sintonia), também ilumina o prédio da Sede Central de vermelho para chamar a atenção para as formas de prevenção, assistência e proteção aos direitos de pessoas infectadas com esta doença, que matou 30 pessoas por dia no Brasil em 2024.
O SUS oferece formas de prevenção e tratamento para os doentes. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reforça que beneficiários de planos de saúde têm direito a coberturas obrigatórias que permitem o diagnóstico e o acompanhamento da Aids.
Também é importante ressaltar que as operadoras de planos de saúde estão proibidas de recusar clientes em função de serem portadores de doenças preexistentes - como o vírus HIV - não podem excluir beneficiários usando estes motivos.
Diagnóstico
O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue venoso ou digital (ponta do dedo), para realização de testes rápidos ou laboratoriais que detectam os anticorpos contra o HIV. Com os testes rápidos é possível obter um resultado em cerca de 30 minutos. Os testes são ofertados gratuitamente pelo SUS para que as pessoas possam se testar quando e onde quiserem.
A Aids no Brasil
Nos últimos dez anos, o Brasil registrou queda de 25,5% na mortalidade por Aids. Apesar da redução, cerca de 30 pessoas morreram de Aids por dia no ano passado.
De acordo com o Ministério da Saúde, 92% das pessoas em tratamento no país já atingiram o estágio de estarem indetectáveis, ou seja, estado em que a pessoa não transmite o vírus e consegue manter a qualidade de vida sem manifestar os sintomas da Aids. Essa conquista se deve ao fortalecimento das ações do Ministério da Saúde para ampliar a oferta do melhor tratamento disponível para o HIV, com a incorporação de medicamentos de primeira linha para tratar os pacientes.
Formas de contágio
Assim pega:
Sexo vaginal sem camisinha;
Sexo anal sem camisinha;
Sexo oral sem camisinha;
Uso de seringa por mais de uma pessoa;
Transfusão de sangue contaminado;
Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação;
Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.
Assim não pega:
Sexo desde que se use corretamente a camisinha;
Masturbação a dois;
Beijo no rosto ou na boca;
Suor e lágrima;
Picada de inseto;
Aperto de mão ou abraço;
Sabonete/toalha/lençóis;
Talheres/copos;
Assento de ônibus;
Piscina;
Banheiro;
Doação de sangue;
Pelo ar.
Fonte: Sinsaúde com informações do Ministério da Saúde