Trabalhadores da saúde trocam rotina intensa pelo futebol e confraternização em Santos

Trabalhadores da saúde trocam rotina intensa pelo futebol e confraternização em Santos
Publicado: 20 de maio, 2026
Num clima de união, esporte e celebração, trabalhadores da saúde participaram, na manhã ensolarada do último sábado (16), do Festival “Saúde, Sim. Violência, Não!”, realizado no campo Arena Portuários, em Santos. Promovido pelo Sintrasaúde, o evento reuniu profissionais da área em um momento de confraternização marcado por gols, alegria e espírito de equipe.
 
Ao todo, seis equipes participaram do festival, incluindo pela primeira vez duas equipes femininas, que fizeram história na competição e mostraram força, talento e representatividade dentro de campo. Entre partidas disputadas e muita torcida, o evento reforçou a importância do esporte como ferramenta de integração e valorização dos trabalhadores da saúde.
 
Os resultados movimentaram a manhã esportiva:
IGESP venceu a Abrescas por 9 a 4; no feminino, Casa de Saúde derrotou o Caminho de Damasco por 2 a 1. Já Casa de Saúde venceu a APAS por 7 a 4, Caminho de Damasco superou o SAMU por 11 a 7, e Ana Costa venceu a Santa Casa por 6 a 3.
 
Para o presidente do Sintrasaúde, Ademir Irussa, o festival vai muito além da competição. “É uma forma de confraternizar, unir esporte, entretenimento e promover um momento de leveza para quem dedica a vida ao cuidado das pessoas”, destacou.
 
O festival faz parte das comemorações da Semana da Enfermagem e também do aniversário do Sintrasaúde, reforçando o compromisso do sindicato com ações de valorização, integração e qualidade de vida dos profissionais da saúde.
 
Segundo o secretário-geral do sindicato, Marcelo Cancio, o evento foi um  sucesso e já inspira novos projeto. “Já estamos planejando um segundo festival para esse ano, ainda maior, para continuar fortalecendo essa união entre os trabalhadores”, afirmou.
 
Entre gols, sorrisos e espírito esportivo, o festival deixou uma mensagem clara: saúde e união sempre serão mais fortes que qualquer violência.
 
 
 
Fonte: Sintrasaúde