UGT é contra reformas que retirem direitos dos trabalhadores
Confira abaixo o posicionamento da União Geral dos Trabalhadores (UGT) sobre a reforma trabalhista e a reforma da previdência.
Apoiando o posicionamento da UGT, a Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo reafirma que é contra qualquer tipo de reforma que retire direitos dos trabalhadores.
Exigimos do Estado o combate efetivo ao desperdício e à corrupção, além de transparência na gestão, permitindo a fiscalização dos recursos públicos.
Mais Estado para a cidadania e o desenvolvimento, com saúde para todos, educação de qualidade, segurança pública e bem-estar social, e menos Estado para as oligarquias e os especuladores.
REFORMA TRABALHISTA
Somos contra o negociado sobre o legislado e defendemos a modernização das relações trabalhistas sem retirada de direitos dos trabalhadores. Defendemos a jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Da mesma forma, somos contrários à terceirização na atividade-fim, pois isso precariza as condições de trabalho, provoca perda de renda e amplia a informalidade e a ilegalidade.
REFORMA DA PREVIDÊNCIA
É necessário apresentar um orçamento transparente para a sociedade e criar um Conselho
Nacional de Seguridade Social com a participação de governo, trabalhadores, empregadores, aposentados e pensionistas para gerir a Previdência e a seguridade social.
Somos contra uma reforma da Previdência que amplie o tempo de idade ou de contribuição, pois penaliza os mais pobres – que começam a trabalhar mais cedo – e as mulheres, que têm múltipla jornada de trabalho.
Ricardo Patah, presidente da UGT