Presidida por Amauri Mortágua e com a presença de diversas lideranças da área da Saúde como a vice-presidente do Sinsaúde, Juliana Machado, o presidente da Subsede do Sinsaúde em Marília, Aristeu Carriel, a presidente do Sinsaúde Jaú, Edna Alves e o vice-presidente do Sinsaúde de Franca, Luiz Vergara, foi eleita a nova diretoria da UGT-SP. A eleição aconteceu na reunião da central UGT-SP que também definiu contribuições para serem levadas ao 5o. Congresso Nacional da UGT, evento a ser realizado nos dias 8 e 9 de maio, em São Paulo.
Na liderança do grupo da saúde, estava o presidente da Federação Paulista da Saúde, Édison Laércio de Oliveira.
Também estavam presentes a presidente do Sinsaúde Campinas, Sofia Rodrigues do Nascimento; o diretor jurídico, Paulo Gonçalves; o presidente da Subsede de Limeira do Sinsaúde, Leandro Barreto e o diretor André Lopes Costa. Pela Federação da Saúde, estiveram presentes, além dos diretores eleitos, Reinaldo Dalur (presidente Sindicato da Saúde de São José do Rio Preto com o assessor, Raphael Costa e Sebastião Mathias (presidente do Sinsaúde de Presidente Prudente) e o diretor, Renato Cordeiro de Lima e a diretora do Sinsaúde de Jaú, Sofia Rodrigues Borges.
Cerca de 250 sindicalistas participaram da reunião, denominada 5o. Congresso Estadual, que aconteceu no Centro de Convenções da Fecomerciários. Além da eleição da nova diretoria para um mandato de 4 anos, com vistas ao 5° Congresso Nacional também foram debatidas questões como valorização dos trabalhadores e o fortalecimento das negociações coletivas, a atualização do sistema sindical e o custeio-financiamento das entidades.
O Procurador aposentado pelo PRT, Raimundo Simão de Melo, a convite de UGT contribuiu com os debates para a definição da contribuição dos trabalhadores em nível estadual. As representações sindicais fizeram uso da palavra por meio dos presidentes das Federações.
O maior objetivo do movimento sindical paulista e a criação de um sistema sindical forte e autônomo. Para tanto, é unanimidade a necessidade de garantir formas de financiamento do setor, o que, acreditam os sindicalistas, será conseguido por meio de negociações salariais igualmente fortes.
Nesse sentido, é considera da mais alta importância a volta da ultratividade, processo que garantia a manutenção das conquistas (Convenção ou Acordo Coletivo) de uma categoria até que nova norma venha a ser assinada.
Também foi sugerida a criação de um conselho nacional com participação dos trabalhadores e setor patronal para regular as negociações sindicais. É a independência do movimento sindical criando a sua autorregulação.
O movimento sindical defende a taxa negocial como forma de se autofinanciar, assim como reivindica o retorno das homologações feitas pelas entidades sindicais, bem como a participação obrigatória dos sindicatos nas negociações coletivas.
Extinguir o comum acordo por meio de um sistema de Arbitragem sucedendo a negociação coletiva quando a mesma for recusada por qualquer das partes e outro ponto que integrou os debates do Congresso. Por fim, os 250 sindicalistas/delegados presentes defendem a solução de conflitos entre patrões e empregados seja feita por órgãos internos e tripartites.