Destaques
Em 2025, havia 76 milhões de domicílios com Internet (95,0%), aumento de 1,3 p.p. ante 2024. O crescimento tem sido mais acelerado nas áreas rurais, reduzindo a diferença em relação às áreas urbanas: em 2016, essa diferença foi maior do que 41,5 p.p. (35,0% versus 76,5%) e em 2025 caiu para 7,8 p.p. (88,0% versus 95,8%).
De 2024 a 2025, o percentual dos domicílios com Internet que usavam banda larga móvel voltou a subir, indo de 84,2% para 85,9%, mas continuou inferior à banda larga fixa, que aumentou de 88,9% para 89,2%.
A proporção de domicílios com recepção de sinal analógico ou digital de televisão aberta por meio de antena convencional caiu de 86,5% em 2024 para 85,8% em 2025, mas com ganho absoluto de 907 mil domicílios.
Em 2025, 18,3 milhões ou 23,5% dos domicílios com televisão tinham acesso a serviço de TV por assinatura, redução de 0,8 p.p. frente a 2024. Essa proporção foi de 24,9% em áreas urbanas e de 11,6% em área rural.
Em 44,4% dos domicílios havia serviço pago de streaming de vídeo. Dos domicílios com serviço de streaming, 9,0% não tinham acesso a TV aberta ou por assinatura, percentual esse de 6,1% em 2023 e de 8,2% em 2024.
Havia telefone fixo convencional em 5,9% dos domicílios, ao passo que a posse de celular chegou ao maior percentual da série histórica em 2025 (97,4%).
A proporção de domicílios onde a rede móvel celular funciona para Internet ou telefonia foi de 92,9%, aumento de 0,9 p.p. frente a 2024. Essa proporção foi de 96,1%, em área urbana (aumento de 0,7 p.p.) e 68,0% (aumento de 2,2 p.p.) em área rural. Na área rural, o aumento ocorrido em 2025 não atingiu a taxa mais elevada de 2021.
Dos 76,0 milhões de domicílios em que havia utilização de Internet, 15,4 milhões (20,2%) possuíam algum tipo de dispositivo inteligente, um aumento de 2,1 milhões de domicílios (ou 2,2 p.p.) entre 2024 e 2025.
Fonte: IBGE