Diretoras do Sinsaúde apresentam campanha contra violência a trabalhadores da saúde em evento virtual com jovens líderes de 170 sindicatos

Será apresentado pela diretoria do sindicato no “Conversatório Internacional da Juventude”, promovido pela UNI Américas
Diretoras do Sinsaúde apresentam campanha contra violência a trabalhadores da saúde em evento virtual com jovens líderes de 170 sindicatos
Publicado: 10 de agosto, 2026

O tema da campanha "Saúde Sim, Violência Não", promovida pela Federação Paulista da Saúde, em parceria com o Sinsaúde, será apresentado pela diretoria do sindicato no “Conversatório Internacional da Juventude”, promovido pela UNI Américas.

O encontro, em comemoração ao Dia Internacional da Juventude, será virtual, acontecerá no dia 12 de agosto e reunirá jovens líderes de 170 sindicatos filiados à UNI de diversos países. O objetivo é trocar experiências para a construção de sociedades democráticas mais justas e saudáveis.

A campanha de alerta para a violência contra os trabalhadores da saúde será apresentada pelas diretoras, Natália Caetano Damasceno e Ragna Aparecida Rodrigues Vargas.

As diretoras ressaltam que os trabalhadores da saúde têm sido responsabilizados por problemas estruturais que fogem ao seu controle, como a demora no atendimento, a falta de profissionais e a falta de insumos básicos. Essa realidade tem contribuído para o aumento dos casos de violência contra a categoria.

Além da campanha, o painel abordará temas como assédio moral, sexual e os riscos psicossociais enfrentados pelos trabalhadores da saúde. “A nossa proposta é ampliar o debate sobre questões que impactam os profissionais da saúde, inclusive os mais jovens”, disse Ragna.

Natália destaca que um dos principais desafios é ampliar o envolvimento da juventude com o movimento sindical. “É importante que os jovens conheçam seus direitos e participem das lutas da categoria, fortalecendo a representação sindical e contribuindo para conquistas como melhores salários, redução da sobrecarga de trabalho, valorização profissional e melhores condições de trabalho”, disse Natália.

 

Fonte: Sinsaúde Campinas e Região

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