Trabalhadores da saúde de SP são representados na Conferência sobre Cuidado da UNI Américas

O evento começou no dia 3 e termina hoje (5) no Hotel Sheraton, na cidade de Santo Domingo, na República Dominicana.
Trabalhadores da saúde de SP são representados na Conferência sobre Cuidado da UNI Américas
Publicado: 06 de agosto, 2026

Sindicalistas de diversos países do continente americano se reuniram na Conferência UNI Cuidados Américas, organizada pela UNI Global Américas, entidade que congrega entidades sindicais e representa mais de 20 milhões de trabalhadores no mundo. O evento começou no dia 3 e terminou nesta quarta (5) no Hotel Sheraton, na cidade de Santo Domingo, na República Dominicana. O Sinsaúde enviou a diretora Ragna Vargas e, a Federação Paulista da Saúde, a vice-presidente Edna Alves, para representar os trabalhadores da saúde do estado de São Paulo.

Jovem sindicalista e trabalhadora da saúde de Jundiaí, Ragna conta que tem sido uma grande oportunidade de aprendizado e troca de informações entre colegas do movimento sindical. “Está sendo um evento de muito aprendizado e troca de experiências que poderemos levar para o Brasil e para os trabalhadores da nossa base”, relata.

Ragna participou nesta quarta-feira (5), às 18h, da mesa de discussão Salud mental, riesgos psicosociales y adicciones em el mundo del Trabajo (Saúde Mental, Riscos psicossociais e vícios no mundo do trabalho), dentro do Foro de Organização, Estratégia e Incidência Sindical. “Hoje estaremos em uma mesa ao lado de representantes do México e Colômbia para tratar de questões de saúde mental e vou falar sobre depressão, ansiedade e burnout, apresentar alguns números sobre o Brasil, falar sobre a NR-1 e debater com os colegas e jovens da República Dominicana”, informa.

Já Edna Alves participou de uma mesa de debate na terça e levou informações sobre a campanha encampada pela Federação Paulista da Saúde e o Sinsaúde: “Saúde Sim, Violência Não”.

A programação, que termina hoje, contou com debates sobre o fortalecimento da organização sindical, a ampliação do poder de negociação dos trabalhadores, as questões relacionadas à migração no setor da saúde, a valorização dos profissionais dos cuidados de longa duração e a defesa dos sistemas públicos de saúde.


 

Fonte: Sinsaúde Campinas e Região

 

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